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Era da modernidade e o jovem
Por Luciane Makkario
Com o passar dos anos, assistimos a uma mudança brusca no comportamento de jovens adolescentes e que muito preocupa a sociedade.
Como os pais estão criando seus filhos na era da modernidade e da violência latente?
Esta pergunta paira e a resposta é mais que necessária para podermos dormir e acordar acreditando que o futuro será melhor.
As chamadas “tribos”, grupos de amigos que se unem para a pratica de esportes, lazer, festas e etc, com raras exceções, estão se transformando em “gangues” de rua, e a cidade se transformando em filme de terror, com jovens se drogando, bebendo, mantendo relações sexuais em grupo, e atacando todos os que os taxam de imorais ou pervertidos.
Ora, como será o comportamento dentro da casa de um jovem que aos 16 anos passa as madrugadas nas ruas, já toma bebida alcoólica, mantém um relacionamento amoroso praticamente sério com uma garota de 15 anos e se acha o dono da razão?
Será que tudo isso ele faz com o aval dos pais ou agi sob pressão, forçando seus pais a compactuarem com seus atos de devaneios da fase adolescente?
Qual o momento certo de procurar ajuda psicológica para o filho e também para os pais que travam esta luta em seus lares.
A dose do não e do sim dentro de casa é importantíssimo para a formação do caráter destes adolescentes que brevemente serão jovens maiores de idade com carros e motos nas mãos, maioridade para entrar e sair de todo e qualquer ambiente noturno...
Infelizmente com a modernidade, os pais perderam a noção de liberdade, deixaram em sua maioria, filhos soltos nas ruas, criados como donos do mundo, os encheram de celulares e computadores, mobiletes que por mais que não sejam potentes, atropelam e matam pessoas, causam acidentes no trânsito, atrapalha a policia, causa danos quase que irreversíveis a sociedade e até mesmo ás famílias desses jovens rebelados.
Muito ainda há de se falar sobre a era da modernidade e o jovem, mas uma coisa é certa, enquanto os pais não olharem para dentro de seus lares com olhares de fabricantes de uma população de futuros homens e mulheres o amanhã definitivamente não será melhor.
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