Diógenes Pereira de Araújo
Amar, a própria essência do existir,
pra muitos se limita à atração,
primeiro impulso. Tem que progredir,
tem que criar constante adequação.
Relacionar-se essência é do amor,
mas não só no falar, também no ouvir,
a fim de eliminar do outro o temor
que muita vez inibe de se abrir.
Assim fazendo o amor é consentâneo
bem mais que as ligações sem consistência
surgidas de contactos momentâneos.
No ato de amor, podemos concluir,
por intuição da própria consciência,
no amor, do mundo inteiro há o incluir.
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